Indisciplina na sala de aula

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Indisciplina na sala de aula 

O que é, como ocorre, motivos e atitudes para evitar, regras na sala de aula, sugestões

Aulas estimulantes ajudam a combater a indisciplina

Introdução 

Há 30 anos atrás este problema praticamente não existia. As escolas do passado seguiam um sistema tradicional, exigindo dos alunos um comportamento quase militar. Quando ocorriam atitudes de indisciplina, os castigos, muitos deles físicos, eram aplicados.

Sugestões 

Porém, muita coisa mudou nestes 30 anos e hoje a escola não adota mais uma postura repressiva e violenta. Estamos numa época de valorização da democracia, cidadania e respeito. Cabe a escola levar estes princípios à sério dentro do seu projeto pedagógico. Então, como acabar ou diminuir a indisciplina em sala de aula, objetivando melhorar as condições de aprendizado dos alunos?

Primeiramente, o professor deve identificar os motivos da indisciplina. Observar os alunos e estabelecer um diálogo pode ajudar muito neste sentido. Muitas vezes, a indisciplina ocorre porque os alunos não entendem o conteúdo ou acham as aulas cansativas. Nestes casos, o professor pode modificar suas aulas, adotando atividades estimulantes e interativas. Esta atitude costuma gerar bons resultados.

Em outras situações, a indisciplina ocorre a partir de uma situação de conflito e enfrentamento entre alunos e professor. Neste caso, o professor deve buscar conversar e ouvir os alunos. Cabe ao professor desfazer o clima de conflito e solucionar a situação. 

Uma outra boa sugestão é criar algumas regras comuns para o funcionamento das aulas. O professor pode fazer isso com a ajuda dos próprios alunos. Dentro destas regras podem constar: levantar a mão e aguardar a sua vez antes de perguntar ou falar, fazer silêncio em momentos de explicação, falar num tom de voz adequado, etc.

Com estas e outras atitudes, o professor vai ganhar o respeito de seus alunos. Este respeito é uma porta aberta para, através do diálogo com os estudantes, buscar soluções adequadas para melhorar as condições de aula na escola.

Por Andrezza Martins

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VIOLÊNCIA NOSSO TEMA DA FEIRA DE CONHECIMENTOS 2009

Esta semana tive a oportunidade de participar um curso de formação de agentes multiplicadores “Prevenindo a violência doméstica contra crianças e adolescentes”. O curso foi desenvolvido pela Igreja Assembléia de Deus em parceria com a FAES (Fundação AIO de Educação e Assistência Social), o Governo de PE, a UNICEF, o CENDHEC (Centro Dom Helder Camara).

Tivemos palestras sobre o tema Violência com os mais variados especialistas no assunto como: psicológos, terapeutas familiares, professores, pedagogos, juiz de direito da vara da criança e do adolescente.

Além de oficinas referentes ao tema com muita descontração, informação e troca de experiências.

Andrêzza Martins

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Feliz Dia dos Estudantes

Parabenizamos a todos os Estudantes, pelo seu dia!

Que essas comemorações possam inspirá-los a estudar cada dia mais, pois só assim poderão usufruir de um futuro melhor e mais proveitoso!

Sejam felizes!

Por Andrêzza Martins

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Feliz Dia dos Pais!

A Família Mickeylândia parabeniza a todos os pais pelo seu dia tão especial!

Parabéns Papais!

Por Andrêzza Martins

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Amigo!

  Para que serve um amigo?

                                                      Pra tanta coisa… não é?

                          Para Instalar o XP no computador e não cobrar nada,

mesmo perdendo horas e horas a fio!

Para trazer muamba do Paraguai e quase ser preso!
Para emprestar o carro e recebê-lo de volta com multa
e 21 pontos na carteira.
Pra rachar a gasolina, emprestar a prancha,
recomendar um cd, dar carona para festa, passar cola,
caminhar no shopping, segurar a barra.
Porém isso tudo não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.
A amizade é indispensável para o bom funcionamento
da memória e para a integridade do próprio eu.

Um amigo não racha apenas a gasolina:

racha lembranças, crises e choro, experiências…

Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha.

Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta
o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um cd.

Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas para festa.

Te leva para o mundo dele e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola…

Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping.

Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo,
sai do fracasso ao teu lado.
Segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim, talvez, ninguém tem…
Se tiver um, amém!

                                                                         Por Andrêzza Martins

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Mensagem de Amor – Feliz Dia do Amigo!!

O Valor da Bíblia

Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.

Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida, dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:

- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?

- Eu gostaria de receber a Bíblia – Respondeu, pela ordem, o cocheiro – Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!

Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.

Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:

- Minha mulher está adoentada, e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.

Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:

- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.

- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.

Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:

- Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?

- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro. Disse o pequeno mensageiro.

Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: “Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus.”

Pense agora: “O que pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?”

Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.

A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece.

 

   

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Violência: Nosso tema central da Feira de Conhecimentos?

Recebi este texto maravilhoso de Chafic e achei interessante publicar aqui para iniciar os nossos conhecimentos sobre este tema tão intrigante em nosso meio escolar.

E assim buscar alternativas para tentar juntos solucionar esse problema que infelizmente nos é tão comum em nossa vida escolar.

 

Fontes primárias da violência escolar
Por Chafic Jbeili – psicanalista e psicopedagogo

A violência escolar tende a diminuir quando a impositividade ao estudo é substituída pela compreensão do estudar. Ninguém deveria ir para escola antes de entender suas razões para aprender.

Há muito tempo pesquiso, informalmente, as causas mais remotas da violência escolar, motivo de tanto mal estar no sistema educacional, razão para o sofrimento de pais, educadores e educandos. Na multiplicidade de fatores desencadeantes da violência escolar pude abstrair um forte componente, dentre tantos: a impositividade ao estudo.

A fonte primária de toda violência está associada à tentativa de ajustamento do ego por meio de seus mecanismos de defesa. é o sujeito tentando sobreviver! Precisa processar milhões de informações, muitas vezes conflitantes, para se adaptar às imposições do ambiente.

Desta forma, compreendo a violência escolar como uma espécie de refugo da neurose criada pelas demandas de adaptação ao ambiente. A neurose dura até o exato momento em que o ego consegue uma solução para o impasse entre pensamentos contraditórios; e se estabelece justamente quando as defesas do ego falham. Idéias não elaboradas causam irritação.

Mas de onde vem esta irritação? Ela vem da supremacia de uma idéia conflitante com outras idéias anteriormente estabelecidas, a exemplo do princípio político de erradicação do analfabetismo e a falta de interesse pelo estudo por parte do aluno. Como mediador deste processo fadado ao fracasso está o professor mal remunerado, mal amparado tecnicamente e, por isto, mal reconhecido profissionalmente, quando na verdade tem feito milagres.

O Estado que se diz livre e democrático impõe, por força de lei, algumas regras que fazem muito sentido à sociedade como um todo, mas estas regras são, em sua essência, contrárias à natureza humana, causando, portanto, a neurose objeto do conflito de idéias fortes e consistentes, cada vez mais difícil para o ego despreparado sublimar, compensar, racionalizar, enfim, elaborar tal conflito. Daí a ansiedade, o estresse e depressão, considerados doenças do homem moderno e também por isto o estresse tem se antecipado às crianças.

O Governo, por meio de suas leis, determina a obrigatoriedade da pessoa fazer ou deixar de fazer certas coisas e, inadvertidamente, interfere nas escolhas consideradas de foro íntimo e pessoal, a exemplo da quantidade de cônjuges que uma pessoa deve ter; interrupção de gravidez; votar em tempos de eleição; prestar o serviço militar; declarar bens e rendas; idade para iniciar a trabalhar e até mesmo estudar. Estudar é obrigatório no Brasil. Pais podem perder a guarda de filhos que estejam fora do sistema de ensino.

Como é nocivo, em termos psíquicos, a pessoa ser constrangida a fazer algo contrário às suas crenças, vontades ou demandas. Como é revoltante fazer ou deixar de fazer algo por pura imposição. Embora a violência esteja também presente no código genético é no limiar das pressões do ambiente que o sujeito descobrirá uma forma para lidar com a situação opressora, muitas vezes precisando utilizar da força que dispõe, na forma que consegue aplicá-la.

Para a maioria dos estudantes, desde crianças a pós-graduandos, estudar é uma destas coisas que se faz à força, contra a vontade. Basta comparar a energia de expressão das crianças entre o momento de ir para a aula e a hora do recreio ou das férias. Nas aulas de pós-graduação não é diferente, pois boa parte dos acadêmicos está interessada apenas no certificado para melhorar sua renda ou status social, mas poucos os que se dedicam ao estudo e pesquisa.

Toda impositividade, independente de seu agente originário, pode deixar qualquer um com os nervos à flor da pele. Por isso, psiquiatras famosos escrevem livros e enchem auditórios em congressos sobre Educação. Fazem sucesso pregando o amor como alternativa eficiente para se efetivar o processo ensino-aprendizagem.

O amor, neste sentido, é apenas mais uma forma direta e objetiva de compensar a brutalidade da imposição ao estudo, auxiliando o ego destas crianças, adolescentes ou adultos que se vêem obrigados a frequentarem a sala de aula, seja por força de lei, por constrangimento social ou pela necessidade financeira. Repito: Ninguém deveria poder entrar na sala de aula antes de entender suas razões para aprender.

De qualquer forma, toda impositividade suscita desde simples irritação até a ira como resposta e, por conseguinte, o produto final quase sempre será a violência, pois é a forma como a sociedade ensina as pessoas lidarem com situações adversas. Observe as cantigas de crianças, os desenhos animados, os filmes de maior bilheteria. Todos os enredos ensinam e incitam a violência, nenhum enfatiza a moral, a ética e o caráter.

Continuarei a pesquisa sobre violência escolar, mas no momento encerro este texto citando Theodore Palmquistes: “O grande segredo da educação pública de hoje é sua incapacidade de distinguir conhecimento e sabedoria. Forma a mente e despreza o caráter e o coração. As conseqüências são estas que se vê”.

Abraços,

Prof. Chafic
Chafic Jbeili
Psicanalista e Psicopedagogo
Diretor e editor Chafic.com.br – www.chafic.com.br
Diretor-executivo ABMP/DF – www.abmpdf.com
Presidente Sopensar – sopensardf.blogspot.com

www.Chafic.com.br
Suporte e formação continuada para educadores
(61)3377-9175 | (61)8490-3648 | chafic@chafic.com.br
www.chafic.com.br – Brasília-DF | Brasil

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Férias para o pessoal do colégio

Durante as férias de julho a secretaria do colégio funcionará nos dois horários normalmente:
Manhã: 8 às 11:30
Tarde: 14 às 17:30

Estamos em reforma para melhor servir aos nossos queridos alunos!

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Festa Junina Noturna 2009

Tivemos a presença de sanfoneiro, cantores, e uma divertidíssima tenda eletrônica, onde nossos alunos puderam se alegrar bastante até altas horas da noite!!!

Valeu! Ano que vem tem mais, aguardem…..

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Mensagem de Reflexão

*Como Temperar o Aço

Fernando teve uma juventude cheia de excessos, decidiu entregar sua alma a Deus.

Durante muitos anos, trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas apesar de toda a sua dedicação nada parecia dar certo na sua vida.

Muito pelo contrário; seus problemas e dívidas se acumulavam cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitava – e que se compadecia de sua situação difícil – comentou:

- É realmente muito estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar.

Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas, apesar de toda sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.

Fernando não respondeu imediatamente.

Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida.

Mas o ferreiro disse:

- Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espada.

Você sabe como é feito? Primeiro, eu aqueço a chapa de aço num calor superior a 50°, até que ela fique vermelha.

Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico vários golpes até que a peça adquira a forma desejada.

Logo ela é mergulhada num balde de água fria, e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura.

Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente”.

Fernando deu uma longa pausa e continuou:

- Às vezes, o aço chega até minhas mãos e não consegue agüentar esse tratamento.

O calor, as marteladas e a água fria termina por enchê-lo de rachaduras.

E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada.

Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.

Então Fernando concluiu:

- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições.

Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço.

Mas a única coisa que peço é que Deus, não desista até que eu consiga me tornar o que o Senhor espera de mim.

E nós, será que estamos sendo como o aço, sendo temperados, para nos tornarmos melhores e úteis???

*Leia e reflita sua vida, e decida o melhor para você!!

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